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Descubra como o zinco pode auxiliar na saúde da próstata



Você se identifica com alguma(s) dessas 4 situações? 

  1. Jato urinário fraco;
  2. E, pior: incontínuo, com direito à pinga-pinga;
  3. Sono interrompido durante a noite pela vontade de ir ao banheiro de hora em hora
  4. Dor ou ardência ao urinar…

Bem, nosso desejo mesmo é que você responda que não passa por nada disso. 

Mas, se você é vítima desses sintomas, saiba que todos eles apontam para um único caminho: o da hiperplasia prostática benigna (HPB), ou, em português simples, próstata aumentada.

Esse crescimento desenfreado do órgão costuma começar a assombrar os homens na casa dos 50 anos, e após os 90, sua incidência é ainda maior.

É justamente por isso que sempre fazemos questão de reforçar para os leitores do Vitaminas.com.vc a importância da prevenção e do combate a males como esse com a adoção de hábitos saudáveis, o que inclui uma alimentação caprichada em nutrientes protetores da próstata e, sempre que necessário, suplementação.

O zinco é um dos heróis para casos de próstata inchada. 

Veja só a importância desse mineral: ele tem as “manhas” de participar de mais de 300 reações químicas do corpo e ainda arruma um “tempinho” para auxiliar na recuperação das próstatas desesperadas, se nos permite a brincadeira…

Isso porque o zinco ataca uma enzima que é vilã do aparelho urinário e sexual, a 5-Alfa-Redutase (5AR). Sua função é transformar a testosterona, o hormônio masculino, num outro chamado dihidrotestosterona (DHT).

O DHT é fundamental na adolescência, porque usa parte da testosterona produzida para o desenvolvimento da próstata, do pênis e dos testículos. Mas, quando ficamos adultos e com esses órgãos desenvolvidos, a 5AR pode ficar descontrolada.

A 5AR passa, então, a aumentar a próstata além do tamanho ideal, o que causa o jato fraco, as interrupções, as infecções e outros problemas… Sabia que essa falta de controle pode até roubar sua testosterona? 

Mas pesquisadores da Universidade de Hanyang e da Universidade de Oklahoma observaram que, com os níveis adequados de zinco, a atividade da 5AR pode ser inibida e, consequentemente, a testosterona ser mantida, em vez de transformada em DHT.

Onde encontrar o zinco?

Uma das fontes alimentares mais ricas em zinco são as ostras e as sementes de abóbora in natura. Em 50 gramas dessas sementes que você pode comer na hora do lanche, há 5 mg desse mineral. 

Um ensaio alemão feito pelo Departamento de Urologia do Hospital Kurpark, na Alemanha, apontou que 12 meses de consumo diário de sementes de abóbora reduziram o sintoma de hiperplasia prostática de forma significativa, desempenhando melhor do que o placebo.

Outras boas fontes alimentares de zinco são as nozes, castanhas e o chocolate amargo. 

O zinco também pode ser suplementado em cápsulas de forma isolada ou em conjunto com outros nutrientes.

Você pode gostar de saber…

O novo Z Sense é um suplemento alimentar com uma superfórmula que combina os minerais zinco, cobre, manganês, selênio, cromo, molibdênio e boro — além do licopeno. 

Esse combo de nutrientes, quando consumido com frequência, pode auxiliar na proteção dos danos causados pelos radicais livres (moléculas tóxicas) que podem comprometer a saúde da próstata.

Já o Pro Sense é um suplemento natural de óleo premium de sementes de abóbora com garantia de pureza que pode ser usado em conjunto com o Z Sense.

Seu consumo regular, além de enriquecer a alimentação, pode auxiliar na proteção da saúde masculina.

Referências bibliográficas

  • Dietary Zinc Deficiency Alters 5a-Reduction and Aromatization of Testosterone and Androgen and Estrogen Receptors in Rat Liver. Department of Food and Nutrition, College of Home Economics, Hanyang University, Seoul, Korea and Department of Anatomical Sciences, University of Oklahoma College of Medicine, Oklahoma City, OK 73104. 
  • Vahlensieck W, Theurer C, Pfitzer E, Patz B, Banik N, Engelmann U. Effects of pumpkin seed in men with lower urinary tract symptoms due to benign prostatic hyperplasia in the one-year, randomized, placebo-controlled GRANU study. Urol Int. 2015;94(3):286-95. doi: 10.1159/000362903. Epub 2014 Sep 5. PMID: 25196580.