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Problema de memória? Estes nutrientes podem te ajudar



Se ultimamente você não consegue lembrar direito o que comeu na sua última refeição – quem dirá como foi o final de semana passado –, nesse mato tem coelho.

É claro que nem sempre a gente consegue fazer a cachola registrar absolutamente tudo, mas quando a memória começa a falhar com muita frequência e isso interfere na rotina, é melhor investigar.

Esquecer toda a vez a chave do carro…

Deixar o celular em casa com frequência…

Repetir as mesmas perguntas…

Todos esses sinais são passíveis de um check-up médico.

E é curioso como muitas pessoas associam sempre esses lapsos ao envelhecimento. Mas te afirmamos: nem sempre isso está correto.

Verdade seja dita, a deficiência de duas vitaminas-chave pode fazer com que até os mais jovens fiquem mais “esquecidos”.

A primeira delas é a vitamina B12.

Encontrado principalmente em alimentos como fígado, atum e salmão cozidos, esse nutriente tem um papel essencial na formação das células vermelhas no sangue e no metabolismo do sistema nervoso, além de auxiliar na prevenção da anemia megaloblástica e favorecer a liberação de melatonina, o hormônio do sono.

Mas hoje vamos destacar o seu papel para a manutenção de um cérebro saudável e, mais especificamente, da memória.

Sim, o seu consumo pode ajudar a prevenir falhas na memória, confusão mental, falta de concentração e até doenças mentais.

Por outro lado, a carência de vitamina B12 pode aumentar os riscos de desenvolver todas essas condições.

Cansaço frequente, irritabilidade, tremores, coceira, atrasos no desenvolvimento das crianças e até imitação dos sintomas de Alzheimer são outras consequências percebidas – e muito bem pontuadas em “E Se for a B12?”, um longa-metragem respeitado entre os profissionais de saúde integrativa e que você pode assistir no YouTube.

Além disso, a falta de vitamina B12 no organismo está associada ao encolhimento do cérebro dos idosos.

Isso foi constatado pelos pesquisadores do Centro Médico da Universidade Rush, em Chicago, nos Estados Unidos, que, após estudos, concluíram que pessoas mais velhas com baixos níveis de B12 podem estar mais vulneráveis a declínios de memória e encolhimento do órgão relacionado à idade.

Como suplementar a vitamina B12?

Suas principais fontes são as carnes e peixes, além de ovos e leite (prefira os de animais A2A2), que devem estar presentes nas principais refeições.

Mas há um porém: como ficam os veganos, por exemplo, que não comem nada que seja de origem animal?

Para que ninguém saia perdendo nessa história, a suplementação com cápsulas se torna uma ótima alternativa.

Quem também não consegue absorver bem essa vitamina no corpo pode recorrer a essa solução, sempre com recomendação médica.

Agora vamos ao segundo nutriente, a vitamina B9 – também conhecida como ácido fólico ou folato.

Ela trabalha do lado da B12 para formar os glóbulos vermelhos e, com isso, acaba ajudando a acelerar o transporte de oxigênio para manter as funções cerebrais sempre nos trinques.

E como boa aliada do cérebro, a B9, junto com sua duplinha imbatível, são nutrientes que sempre devem estar por perto para contribuir para uma memória de alta qualidade, principalmente para os mais velhos.

Em um estudo com idosos, experts da Universidade Nacional da Austrália perceberam que aqueles que tomaram vitamina B12 e ácido fólico por dois anos apresentaram melhores resultados no funcionamento cognitivo e no desempenho da memória quando comparados àqueles que não tomaram as substâncias.

Como suplementar a vitamina B9?

Ao contrário da B12, as taxas de B9 no organismo podem ser melhoradas por meio da alimentação de origem vegetal. Folhas verde-escuras, lentilha e feijão preto cozido são alguns exemplos do que colocar no prato.

A suplementação entra quando, ainda assim, há carência dessa vitamina no organismo.

Inclusive, é bastante comum que as gestantes tomem essa vitamina para favorecer o desenvolvimento do feto e auxiliar na formação de seu tubo neural.  

Uma outra sugestão para você…

Assim como as vitaminas B9 e B12 assumem uma função primordial na saúde cerebral, um outro nutriente merece destaque para a manutenção da boa memória: o DHA.

Esse é um ácido graxo que faz parte da composição do ômega 3 e tem tudo a ver com o assunto de hoje.

Isso porque ele pode auxiliar no fortalecimento da memória, potencializar o desempenho cerebral e cognitivo, além de afastar depressão e Alzheimer.

Além de ser encontrado em abundância em peixes de água fria como salmão e atum selvagem e sardinha, o DHA pode ser consumido em cápsulas.

A sugestão do Vitaminas.com.vc é que você experimente o DHA Power,  suplemento que tem 70% de DHA e 10% de EPA, outro ácido graxo que auxilia na saúde cardiovascular e nos níveis de triglicérides.

DHA Power, suplemento do Vitaminas.com.vc

Agora, para dar aquela descontraída, veja alguns exercícios que podem ajudar a turbinar sua memória e raciocínio no dia a dia:  

  • Escolha um ambiente qualquer e tente decorar os objetos e sua disposição. Depois, tente relembrar o máximo de elementos que conseguir para treinar sua memória fotográfica.
  • Quer um desafio ainda mais ousado? Experimente usar sua mão não dominante (se você é destro, use a mão esquerda – e vice-versa) para realizar tarefas cotidianas.
  • Faça uma lista de compras, mas, quando for ao mercado, não a leve com você. Ou, ao menos, tente não olhar para ela enquanto você coloca tudo no carrinho. Quando chegar em casa, verifique se você conseguiu comprar tudo o que estava planejado, sem se esquecer de muitos itens.
Referências bibliográficas:

  • Rush University Medical Center. (2011, September 27). Low vitamin B12 levels may lead to brain shrinkage, cognitive problems. ScienceDaily. 
  • Walker JG, Batterham PJ, Mackinnon AJ, Jorm AF, Hickie I, Fenech M, Kljakovic M, Crisp D, Christensen H. Oral folic acid and vitamin B-12 supplementation to prevent cognitive decline in community-dwelling older adults with depressive symptoms–the Beyond Ageing Project: a randomized controlled trial. Am J Clin Nutr. 2012 Jan;95(1):194-203. doi: 10.3945/ajcn.110.007799. Epub 2011 Dec 14. Erratum in: Am J Clin Nutr. 2012 Aug;96(2):448. Dosage error in article text. PMID: 22170358.