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Síndrome do olho seco: o que é e como combater?



Já ouviu falar na síndrome do olho seco? Esse problema ocorre quando não há produção de lágrimas em quantidade e qualidade suficientes para manter os olhos lubrificados — aí fica aquela sensação de que estão ressecados, além de coçarem, arderem e ficarem vermelhos.

Muita gente também fica com aquela impressão de que grãos de areia ou qualquer outro objeto estranho invadiram o campo de visão.

Essa, inclusive, é uma das queixas mais comuns ouvidas no consultório dos oftalmologistas, principalmente entre pessoas com mais de 40, 50 anos, e pode acontecer por fatores “internos”, quando as glândulas que são responsáveis por produzir os componentes da lágrima ficam com o funcionamento comprometido.

Mas há muitos culpados nessa história que todo mundo deveria saber. Uma das principais causas do olho seco é o excesso de tempo em frente às telas.

Você pode não perceber, mas quem exagera nas telas azuis tende a piscar menos, o que acaba diminuindo a lubrificação da vista. Isso também pode acontecer pela exposição ao ar-condicionado, tão convidativo naquele calorão.

Uma dica para driblar toda a “secura” provocada pelo aparelho é manter uma tigela com água por perto — ou até usar um umidificador, se tiver — para manter o ar mais úmido, evitando todo esse incômodo.

Outra curiosidade: mulheres na menopausa também são um dos principais alvos da síndrome do olho seco, por conta das variações hormonais que ocorrem nesse período.

Mas o que poderia ajudar a combater esse combo de sintomas e ter olhos mais lubrificados?

Para muito além dos colírios lubrificantes, o que você coloca no seu prato e suplementa pode fazer a diferença. A deficiência das vitaminas A e C, por exemplo, está bastante associada ao olho seco. Abastecer o reservatório do seu organismo com essa dupla, além de consumir antioxidantes como selênio, zinco e cobre, são de grande valia que podem auxiliar no resgate da saúde dos olhos.

Também vale incluir gorduras ricas em ômega 3 nas refeições e na suplementação. Atum, arenque, sardinha, cavala e salmão selvagem são boas pedidas para consumir até três vezes por semana.

Para entender suas propriedades benéficas, pesquisadores indianos recrutaram 478 pacientes sintomáticos que passavam mais de três horas por dia em frente a telas de computadores e os dividiram em dois grupos. O primeiro recebeu doses de 80mg de EPA e 120mg de DHA (ambos ácidos graxos presentes na cadeia de ômega 3) durante três meses. Enquanto isso, o segundo recebeu apenas placebo, a cápsula de mentira, pelo mesmo período.

No final do período de testes, a turma que teve acesso ao nutriente relatou melhoras nos sintomas do olho seco e redução na taxa de evaporação das lágrimas.

Você também pode gostar de saber… 

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Omega Sense

Referências bibliográficas:

Jayarathne S, Stull AJ, Park OH, Kim JH, Thompson L, Moustaid-Moussa N. Protective Effects of Anthocyanins in Obesity-Associated Inflammation and Changes in Gut Microbiome. Mol Nutr Food Res. 2019 Oct;63(20):e1900149. doi: 10.1002/mnfr.201900149. Epub 2019 Aug 26. PMID: 31389663. 

Fujioka K, Greenway F, Sheard J, Ying Y. The effects of grapefruit on weight and insulin resistance: relationship to the metabolic syndrome. J Med Food. 2006 Spring;9(1):49-54. doi: 10.1089/jmf.2006.9.49. PMID: 16579728.