O que é retinopatia diabética? Os nutrientes para frear o avanço da doença



É devagar, é devagar…

… é devagar, devagar, devagarinho que a Bete vai levando sua saúde de embrulho.

  • Piora o quadro de COVID-19
  • Ataque cardíaco
  • Derrame
  • Ressecamento e feridas nos pés
  • Problemas nos rins
  • Fraqueza e formigamento nos membros
  • Impotência
  • Doenças da visão e até cegueira

Você já adivinhou quem é a Bete? Bete é o apelido bem-humorado que o diabetes ganhou na internet. Vê se pode? Só que o diabetes tipo 2 é coisa séria.

Níveis elevados de açúcar no sangue podem afetar a saúde do coração, acelerar o entupimento das artérias e danificar os nervos e vasos sanguíneos.

As complicações que o diabetes traz também podem afetar a saúde dos seus olhos, condição chamada de retinopatia diabética.

O que é retinopatia diabética?

A retinopatia diabética é uma doença silenciosa que ocorre quando o excesso de glicose no sangue danifica os vasos sanguíneos dentro da retina.

Para quem não sabe, a retina fica no fundo do globo ocular e funciona como se fosse o filme fotográfico que você comprava para aquela câmera antiga.

É nela que a imagem é registrada, decodificada e enviada ao cérebro.

Com o passar do tempo, a alta concentração de açúcar no sangue (que ocorre no diabetes) vai danificando a estrutura dos vasos sanguíneos da retina.

Quando esses vasinhos se rompem e vazam sangue, vão deixando o tecido da retina inchado, e quem tem retinopatia diabética começa a enxergar mais ou menos assim:

Retinopatia diabética pode causar cegueira irreversível

Além de visão embaçada, os sintomas da retinopatia diabética também incluem:

  • Pontos ou moscas volantes
  • Perda da visão central
  • Dificuldade em enxergar à noite

Quem já notou esses sintomas precisa urgentemente controlar os níveis de açúcar no sangue antes que a complicação se transforme em cegueira irreversível.

Não sei se já te disseram isso, mas toda pessoa diabética, além de seguir o tratamento que o médico recomenda, deve:

  • Virar a pirâmide alimentar de ponta cabeça, priorizando o consumo de carnes e gorduras boas;
  • Consultar um oftalmologista uma vez por ano; e
  • Apostar no poder regenerador dos nutrientes luteína e zeaxantina.
suplemento luteína zeaxantina

Luteína e zeaxantina são imbatíveis para uma visão cristalina

Se você é do tipo que acha que não há nada que possa ser feito para prevenir ou frear o avanço da retinopatia diabética, olha só o que diz esse estudo britânico.

Um trabalho científico publicado no renomado British Journal of Ophthalmology avaliou a saúde ocular de 67 adultos, todos com diabetes tipo 1 ou tipo 2, sendo que alguns participantes apresentavam o quadro de retinopatia diabética não proliferativa, que é considerado o estágio inicial da doença.

Os voluntários ingeriram um suplemento alimentar composto por benfotiamina (um derivado da vitamina B1), casca do pinheiro-marítimo (pycnogenol), ácido lipóico, vitamina D3, curcumina e a dupla luteína e zeaxantina, antioxidantes naturais imbatíveis para uma visão cristalina.

Após 6 meses, o grupo que ingeriu o suplemento alimentar apresentou melhora na função visual e na percepção das cores do que o grupo que ingeriu placebo.

De quebra, quem ingeriu os nutrientes também apresentou melhoras significativas dos sintomas relacionados à neuropatia periférica diabética, que causa sintomas como fadiga e fraqueza muscular.

Legal, não é?

Se você deseja ampliar o seu consumo de luteína e zeaxantina, invista no consumo de cenouras, gemas de ovos, couve, agrião e brócolis.

Doses mais potentes desses antioxidantes podem ser encontradas em suplementos de qualidade.

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Fontes:

World Journal of Diabetes. Ocular complications of diabetes mellitus

The Diabetes Visual Function Supplement Study (DiVFuSS)