O antioxidante que seu corpo precisa está em uma erva daninha



A medicina tem estudado muito sobre o impacto dos antioxidantes na saúde de quem deseja ter uma vida longa e de qualidade.

Se você nunca ouviu falar, antioxidantes são vitaminas, minerais e outras substâncias que têm o potencial de ajudar o corpo a eliminar toxinas, auxiliando na prevenção de doenças.

Ao final desse texto, você vai conhecer o melhor entre os antioxidantes existentes no mundo e aprender como obter os benefícios desse composto desintoxicante poderoso.

Antes, é preciso entender por que os antioxidantes são tão importantes: eles protegem nosso organismo contra os efeitos nocivos do excesso de radicais livres.

Os radicais livres são como sujeiras capazes de danificar as nossas células, acarretando diversas enfermidades e até câncer.

Não tem jeito! Só o ato de respirar faz nosso organismo produzir esses vilões do metabolismo que, em muita quantidade, sobrecarregam o nosso sistema imunológico, danificam o DNA e estimulam até o aparecimento de tumores.

Por conta de maus hábitos de vida, como ter uma alimentação industrializada, fumar ou ser sedentário, por exemplo, algumas pessoas apresentam uma condição chamada de estresse oxidativo.

Na prática, significa que tem muita sujeira (radicais livres) para pouca vassoura (antioxidantes).

Não dá para fugir dessa degradação, mas é possível espanar toda a poeira acumulada para bem longe com a ajuda de alguns faxineiros poderosos.

A “mãe” de todos os antioxidantes

Cesta antioxidantes brócolis coentro abacate

Antioxidantes protegem  nossas células contra substâncias prejudiciais 

Já ouviu falar sobre a glutationa? Ela não ganhou o reconhecimento de “mãe dos antioxidantes” à toa.

Essa molécula do bem é produzida naturalmente pelo organismo e está presente no núcleo das células.

Por isso, ela é capaz de potencializar as atividades de outros antioxidantes e vitaminas.

A glutationa desempenha papéis vitais no organismo que vão além da desintoxicação.

Ela também atua na desinflamação, na digestão de gorduras ruins e na destruição de células cancerosas.

Baixos níveis da substância estão associados à deficiência intelectual, perda da coordenação, convulsões, infecções bacterianas recorrentes e até câncer.

Infelizmente, a nossa produção natural de glutationa começa a cair a partir dos 20 anos de idade, mas é possível aumentar os seus níveis.

A glutationa atua principalmente no fígado, protegendo órgão de toxinas e até dos efeitos do álcool.

Essa característica protetora, conforme apontou um estudo feito na Universidade de Minnesota, EUA, também pode desencadear um efeito anticâncer.

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Alimentos que ajudam a regenerar os seus níveis de glutationa

Brócolis e abacate aumentam nosso produção de glutationa

Vegetais crucíferos como brócolis, couve-flor, couve-manteiga e repolho são excelentes matérias-prima para estimular a sua fabricação do superantioxidante. Para isso eles só podem ficar no fogo por no máximo 1 minuto, pois, caso contrário, perdem a propriedade terapêutica.

O abacate também é capaz de aumentar as nossas reservas de glutationa.

Além de ajudar a varrer as toxinas que prejudicam as nossas células, a fruta ainda é uma delícia.

Outra forma de se tornar uma máquina de produzir a mãe dos nutrientes é manter doses adequadas de Vitamina D através da exposição solar ou por meio da suplementação.

Entre as múltiplas funções benéficas da vitamina do sol para o organismo, uma delas é facilitar o transporte de glutationa para o núcleo das células.

Você já fez mediu os seus níveis de Vitamina D alguma vez? Os laboratórios sugerem que valores acima de 20 ng/mL são suficientes para para população em geral, no entanto,
médicos mais atualizados recomendam doses acima de 50 ng/mL circulando no sangue.

O segredo para quem deseja ampliar a produção natural de glutationa

Cardo de leite cardo mariano

Cardo de leite é a principal fonte natural de glutationa

Considerada por muitos até uma erva daninha, a principal fonte natural de glutationa é uma planta verde de florzinha rosa que brota em qualquer quintal.

É o cardo de leite, também conhecida como cardo mariano, cujo nome científico é silybum marianum.

A planta pode ser consumida na salada, com o pó de suas sementes polvilhada sobre a comida ou sucos e em forma de chá.

O consumo do cardo de leite é seguro, no entanto, é recomendado que gestantes e pessoas com doenças pré-existentes falem com um médico de confiança sobre a utilização do cardo de leite.

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