No limite? Duas formas naturais de acabar com o cansaço



Ninguém vive sem respirar, não é verdade? Passou da hora de darmos a devida atenção ao principal nutriente para a sobrevivência de qualquer ser vivo: o oxigênio.

Quanto melhor o oxigênio que entra pelos nossos pulmões for aproveitado, mais nós iremos alimentar as células que – apesar de pequeninas – têm o potencial de nos distanciar de doenças como diabetes tipo 2, Alzheimer, câncer e até risco de infarto.

O cansaço extremo pode ser um primeiro sinal de doença, por isso, precisamos aprender a exterminar este sintoma que faz a gente ficar se arrastando pelos cantos.

Já ouviu falar no funcionamento das mitocôndrias?

Estrutura da mitocôndria

Função das mitocôndrias é produzir a energia das células

As mitocôndrias são organelas microscópicas responsáveis por fazer as células respirarem. Elas ainda fornecem 90% da energia do seu corpo. Elas são como minifábricas que transformam o ar que respiramos e os alimentos que comemos em energia. Essa energia é chamada de ATP.

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A dupla antifadiga que vai fazer sua energia renascer

 

1 – O sangue verde ultrapotente

Copo de suco verde com clorofila

Clorofila: o sangue das plantas

A primeira integrante da nossa dupla antifadiga é a clorofila, a molécula de cor verde intenso presente nas células das plantas. Esse fitoquímico, também chamado de “sangue verde”, é a peça-chave que garante a sobrevivência das plantas.

Curiosamente, a clorofila também pode fornecer energia para nós humanos. Quando ingerimos alimentos verdes como espinafre, couve e brócolis, o “sangue verde” se acumula dentro das nossas células e potencializa a nossa absorção de Coenzima Q10, um nutriente fundamental para a nossa saúde mitocondrial.

A alga chlorella é a maior fonte natural de clorofila do mundo. Além de ser rica em vitaminas, minerais, e ser fonte de energia para o nosso organismo, a chlorella é capaz expulsar todas as toxinas acumuladas em nosso corpo, promovendo um verdadeiro detox.

2 – Jejum, a prática bíblica 

Prato, talheres e jejum intermitente

Jejum estimula renovação natural das nossas células

Em 2016, o cientista japonês Yoshinori Ohsumi levou o prêmio Nobel de Medicina por mostrar como o jejum estimula um mecanismo chamado autofagia. Nesse processo, ocorre uma renovação natural das nossas células, como se fosse uma autolimpeza. De acordo com a pesquisa de Ohsumi, manter ativa essa função de autofagia seria uma maneira de turbinar as mitocôndrias e prevenir doenças.

Um outro trabalho recente realizado na Universidade de Harvard e publicado na revista Cell Metabolism mostrou que passar períodos mais longos sem comer pode ativar as nossas mitocôndrias, fazendo com que elas aumentem a eficiência do oxigênio que respiramos.

Se você pensa que fazer jejum intermitente é uma coisa impossível, está enganado! Seguem as dicas do Vitaminas para quem quiser tentar:

✓ Inclua proteínas e gorduras do bem no jantar, como ovos com gema, sobrecoxas de frango com pele ou peixes gordurosos ricos em ômega 3
✓ Faça a sua refeição entre 19h e 20h
✓ Pule o café da manhã
✓ Nesse intervalo, tome apenas água, café preto ou o seu chá favorito sem adoçar
✓ Almoce entre 11h e 12h
✓ Pronto! Você fez um jejum intermitente de 14 horas

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