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Como reconhecer um bom suplemento para a visão



Se a sua visão não te permite mais dirigir com confiança, mergulhar horas a fio numa boa leitura e realizar atividades cotidianas que antes você tirava de letra, talvez seja hora de ter um diálogo sincero com seu médico sobre a possibilidade de usar, em conjunto com o que já vem fazendo, suplementos alimentares que podem favorecer a saúde dos seus olhos.

Mas, diante de tantas opções nas prateleiras, como saber identificar um suplemento de alta qualidade e que não seja de origem duvidosa?

Porque a luteína, zeaxantina e astaxantina não podem faltar em um suplemento alimentar para a visão?

Esses nomes parecem até trava-línguas, mas, na prática, o objetivo da luteína e zeaxantina é chegar até a mácula (em termos simples, uma mancha amarelada no fundo do olho que funciona como um escudo da visão) e conseguir nutri-la, ajudando a prevenir danos.

A luteína, quando ingerida, se transforma em um potente antioxidante que pode agir como um filtro contra danos causados pela luz azul, emitida pela televisão e pelos celulares que ninguém mais larga.

Essa sua característica a torna uma aliada na prevenção do desenvolvimento da catarata, doença que deixa a lente dos olhos opaca e embaça a visão. 

A zeaxantina, por sua vez, é o mais potente antioxidante encontrado na retina. Uma vez ingerida, pode auxiliar na melhora do foco e clareza, além de poder impedir ou retardar a progressão da degeneração macular relacionada à idade (DMRI), doença que leva à perda progressiva e definitiva da visão.

Existe um grande estudo, bastante respeitado no meio científico, que embasa essas informações. Publicado em 2001, o clássico estudo conhecido pela sigla em inglês AREDS, foi o primeiro a identificar que essa combinação de antioxidantes era capaz de baixar em 25% o risco do avanço da degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI.

Para coroar a fórmula do melhor suplemento para visão, procure pela astaxantina nos rótulos. Ela é um dos elementos-chave mais importantes para cuidar dos olhos — principalmente por conta de sua potente atividade antioxidante, considerada uma das melhores.

Um estudo publicado no Journal of Pharmacy and Pharmacology confirma essa ação ao apontar que o carotenóide, que dá a cor avermelhada ao camarão e salmão, pode auxiliar na prevenção de danos oxidativos na retina, que podem desencadear uma série de doenças oculares.

Além disso, a astaxantina, em conjunto com outros nutrientes, pode ser uma aliada para ajudar a proteger os olhos de diversas condições, como catarata, degeneração macular, retinopatia diabética e olhos secos.

Por isso, quando for escolher o seu suplemento, não deixe de observar as informações nutricionais que aparecem no rótulo para verificar as quantidades de luteína, zeaxantina e astaxantina presentes na fórmula.

A importância das vitaminas e minerais para a saúde dos olhos

Existem outros detalhes decisivos na hora de escolher um bom suplemento para a visão.

A presença dos minerais zinco e cobre são muito importantes para a fórmula e aqui está o motivo: a luteína e a zeaxantina não “caminham” sozinhas até a mácula. Para chegar lá, elas precisam pegar um transporte.

Pense no zinco como um táxi e no cobre como motorista. Quando chegam ao seu destino final, cumprem a sua missão de suprir as necessidades da mácula e ajudar a regenerá-la, proporcionando mais clareza e nitidez e protegendo-a contra agressores.

Só com luteína e a zeaxantina na fórmula, existe o risco desses dois nutrientes perderem a viagem.

E é interessante saber que, com o tempo, é comum que a mácula acumule um montão de “sujeiras”, ou pencas de radicais livres, como preferir chamar.

Ainda que muito potentes, a luteína e a zeaxantina precisam, primeiro, colocar ordem na casa para cumprirem seu papel com 100% de eficácia.

Daí a importância da presença das vitaminas C e E na fórmula de um suplemento para visão.

Esses dois antioxidantes são espécies de “faxineiros oculares” que ajudam a varrer os radicais livres para que, finalmente, a luteína e a zeaxantina fiquem com o território livre para trabalharem.

Já o selênio é um ótimo mineral para se ter na fórmula porque ele entra como parceiro da vitamina E, e amplia a capacidade de absorção deste mineral.

Fique também de olho na quantidade de vitamina A, uma das mais íntimas amigas da visão (lembra quando nossas mães e avós diziam que cenoura faz bem para a vista?).

Ela tem o crucial papel de manter a córnea clara, atuando como uma camada protetora dessa parte ocular; pode ajudar a enxergar melhor no escuro e é nada mais nada menos que o “tijolo” que compõe a melanina, pigmento que dá cor aos olhos e o protege.

Quando cada jogador está bem alinhado no campo (ou melhor, na fórmula do seu suplemento alimentar), esse time potente de nutrientes pode ajudar a proteger os olhos do estresse oxidativo e do envelhecimento acelerado, favorecendo a boa visão por mais tempo.

De olho nos rótulos

Observe: alguns suplementos vendidos em farmácias têm uma quantidade inferior de zeaxantina em comparação aos concorrentes (0,5mg). Além disso, a fórmula não leva outras substâncias pró-visão consideradas importantes para a saúde ocular, como astaxantina, zinco, cobre, selênio e vitaminas A, C e E, que abordaremos no próximo tópico.

No caso abaixo, o suplemento conta com apenas luteína na fórmula – faltam outras substâncias que, em sinergia, poderiam turbinar o bom trabalho a favor da saúde dos olhos. Lembra que a luteína precisa de outros nutrientes para chegar até a mácula?

Suplemento apenas com luteína na fórmula

Entre os mais conceituados do mercado, o Vision Pro+ pode ser considerado o mais completo.

Tabela nutricional do suplemento Vision Pro+

Outro ponto muito importante é que, antes de passar o cartão de crédito, você procure saber quem é o fornecedor de matérias-primas do suplemento em questão. Isso é um dos fatores determinantes para garantir a qualidade do seu suplemento. 

Agora que você entendeu a importância dos principais antioxidantes, vitaminas e minerais para a manutenção da saúde ocular, conheça o Vision Pro+ e compare o produto com os vendidos em farmácias e na internet.

Referências bibliográficas:

AREDS2 Research Group, Chew EY, Clemons T, SanGiovanni JP, Danis R, Domalpally A, McBee W, Sperduto R, Ferris FL. The Age-Related Eye Disease Study 2 (AREDS2): study design and baseline characteristics (AREDS2 report number 1). Ophthalmology. 2012 Nov;119(11):2282-9. doi: 10.1016/j.ophtha.2012.05.027. Epub 2012 Jul 26. PMID: 22840421; PMCID: PMC3485447.