1 mineral para recuperar o bom funcionamento da tireoide



Você deve se lembrar da ascensão e queda de Ronaldo no Corinthians. Depois de uma longa temporada de sucesso em times da Europa, o jogador voltou ao Brasil como uma estrela.

O craque honrou a camisa 9 e ajudou o alvinegro paulista a conquistar títulos, mas a alegria durou pouco. Dois anos após a sua chegada, Ronaldo não estava mais fazendo gols. Ele engordou, ganhou o apelido de ‘Ronalducho’ e pendurou as chuteiras antes do esperado.

Em sua despedida, Ronaldo chorou e revelou quem foi a grande culpada pelo seu baixo desempenho e excesso de peso: a tireoide.

Ronaldo jogando no Corinthians

Ex-jogador Ronaldo sofre de hipotireoidismo

Será mesmo que o mau funcionamento dessa pequena glândula localizada dentro do pescoço, que tem formato de borboleta, seria capaz de arruinar a forma física e mental de alguém? A resposta é sim. Quando a glândula da vitalidade deixa de funcionar adequadamente, alguns sintomas clássicos entram em campo:

  • Inchaço
  • Pele seca
  • Coceira generalizada
  • Queda de cabelo
  • Unhas fracas
  • Cansaço extremo
  • Desinteresse sexual
  • Depressão

Se você se identificou com alguma ou com várias dessas queixas, talvez você tenha uma doença chamada hipotireoidismo e não saiba. Essa condição afeta 8% a 12% dos brasileiros, e é mais comum entre mulheres e em pessoas que passaram dos 60 anos.

Tireoide: a pequena glândula de grande importância

A glândula da tireoide é menor do que um copinho de café descartável, mas não se engane com o tamanho: apesar de pequenininha, ela manda e desmanda no ritmo do corpo, feito um juiz de futebol.

Funciona com esse esquema tático: 

  1. a glândula hipófise, localizada na base do cérebro, produz um hormônio chamado TSH
  2. O TSH induz a tireoide a produzir outros dois hormônios conhecidos como triiodotironina (T3) e tiroxina (T4)
  3. Se a tireoide falha, há uma queda de T3 e T4 circulando no organismo
  4. O metabolismo paga o pato e passa a funcionar em marcha lenta

Quando o paciente desconfia que tem problema, ele procura um médico e faz exames simples de sangue. Com a confirmação do hipotireoidismo, os médicos costumam dizer que o caminho é simples: basta fazer reposição de T4 tomando levotiroxina sódica. Só que às vezes a coisa não funciona.

Por que será que muita gente continua sofrendo com os sintomas da doença, sendo taxado reclamão pelos familiares mesmo seguindo corretamente o tratamento recomendado? A seguir, vamos falar sobre um nutriente que pode ajudar a tireoide a trabalhar melhor.

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Iodo, o mineral camisa 10

O iodo é tão importante para a saúde que até o nosso sal de cozinha vem iodado de fábrica. Esse mineral é indispensável para o bom funcionamento da tireoide porque participa ativamente da produção dos hormônios T3 e T4.

Além da tireoide, o iodo também é fundamental para o bom funcionamento da próstata, das mamas e ovários. Infelizmente a deficiência desse nutriente ainda é um problema na alimentação da maioria das pessoas.

Em longo prazo, a falta de iodo pode causar cistos nessas glândulas, que podem se transformar em nódulos e até mesmo em câncerPor isso o Lugol ficou tão famoso. Já ouviu falar?

Frasco de lugol

Lugol pode ajudar na reposição de iodo

De acordo com o renomado médico americano Dr. David Brownstein, a solução de Lugol, composta por iodo INORGÂNICO e iodeto de Potássio, pode ajudar a repor o nutriente de maneira mais rápida, barata e eficaz. Nas farmácias de manipulação é possível encontrar as versões 5% e 2%. Basta diluir 2 gotas em um copo d’água e tomar todos os dias.

Quem tem hipotireoidismo autoimune (tireoidite de Hashimoto) NÃO deve suplementar sem orientação profissional.

As algas também são fontes riquíssimas de iodo, mas nós sabemos o quanto é difícil incluir esse tipo de alimento na dieta. Se você optar por suplementá-las, dê preferência para a alga Kelp ou para alga marrom (Ascophyllum nodosum) vendidas em cápsulas em lojas de produtos naturais.

Converse com seu médico de confiança e peça para dosar os seus níveis de iodo. É possível obter essa informação através de exames de urina, salivares e de sangue.

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